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Xibata

Nuno Rebelo aka Xibata, nasceu e cresceu no Porto, cidade onde é um dos pioneiros e grande impulsionador do movimento Reggae/Dancehall.

A sua paixão pela música surgiu desde cedo, passando anos em rodas de capoeira e encontros de percussão, o que o levou a querer impregnar-se da cultura, viajando até aos países originários destas artes. Partilhou o conhecimento adquirido realizando espetáculos, aulas e workshops.

Sempre gostou e acompanhou a música Reggae mas só quando se fixou em Bristol, UK, é que aprofundou seu conhecimento da música jamaicana e começou a sua colecção de vinil, elemento fundamental na sua bagagem cultural de artista.

Após anos a ouvir o som contagiante do Roots Rock Reggae, Xibata iniciou a sua actividade como Dj numa visita ao Porto no ano 2000. A experiência foi muito positiva e a aceitação por parte do público foi grande, o que o levou a continuar o investimento e o gosto pelo vinil e pelo djing, começando a tocar em bares e festas nas suas visitas regulares a Portugal.

Em 2002 volta para o Porto onde se fixa e começa a organizar festas que tiveram, desde logo, grande adesão por parte do público, dando inicio a um movimento regular na cidade. Isso levou a que, em 2004, se fixasse no espaço portuense Contagiarte, onde criou a “Massive Reggae Session”, uma noite semanal dedicada à música jamaicana e à cultura Sound System, que revolucionou a noite da cidade invicta, onde teve a oportunidade de trabalhar com a maioria dos Djs, Soundsystems e bandas Reggae nacionais. Durante quase uma década, Xibata deu a conhecer o seu trabalho a um público cada vez maior que todas as quartas-feiras enchia o dancefloor do Contagiarte, vindo de todos os pontos do país e até de Espanha, para sentir as vibrações da música de influência jamaicana e a energia contagiante de Xibata e seus convidados.

A dedicação de tantos anos, a tocar todas as semanas em vinil, muitas vezes durante 6 horas seguidas, fizeram com que Xibata desenvolvesse capacidades inigualáveis e proporcionaram-lhe uma atitude no palco incomparável. Este factor, aliado ao vasto público que frequentava semanalmente as suas noites, fez com que conquistasse um grande número de fãs e fosse chamado para mostrar a sua arte um pouco por todo o país e também no estrangeiro.

Actuou em conhecidas casas de espectáculo e clubs de norte a sul do país, como o Coliseu do Porto, Teatro Sá da Bandeira, Hard Club, Pacha, Santiago Alquimista, Armazem F, Teatro São Mamede, Meo Spot, etc. Participou em e ventos como a Queima das Fitas do Porto, Vila Real, Évora e Beja, entre outras. Participou também em vários dos grandes festivais nacionais como o Sumol Summer Fest (Ericeira), Positive Vibes (Gaia), Surf at Night (Esmoriz) e Festival Secundário (Gouveia) entre muitos outros.

No estrangeiro, onde é reconhecido pelo trabalho desenvolvido em Portugal, Xibata atuou durante seis anos consecutivos no maior festival dedicado à música jamaicana na Europa, o Rototom Sunsplash (Itália e Espanha). Atuou várias vezes na Alemanha, em França e um pouco por toda a Espanha, em alguns dos mais conhecidos clubs de Reggae da Europa.

Neste seu percurso, Xibata teve o prazer de partilhar o palco com grandes lendas da música jamaicana como Inner Circle, Max Romeo, Lee Perry, Black Uhuru, UB40, Abyssinians, Israel Vibration, Horace Andy, Don Carlos e Sister
Nancy, assim como com grandes nomes da atualidade como Gentleman, Alborosie, Richie Spice, Charly Black, Lutan Fyah, Morgan Heritage e Million Stylez, entre muitos outros.

Foi membro de dois coletivos nacionais que marcaram o movimento “Sound System”, Riddim Culture Sound e Portal do Reggae Sound, e fundou, em 2010, o coletivo Celebration Sound, um dos mais populares sounds portugueses da atualidade.

 

A sua convivência diária com esta cultura e com o microfone fez com que começasse a escrever as suas letras e que gravasse alguns temas a nível experimental que se tornaram um sucesso na internet, atingindo rapidamente milhares de visualizações.
Foi o início de um novo ciclo na sua carreira, desta vez como cantor, que começa com a apresentação do single “Mantém a Chama Acesa” editado em vinil em 2012 e continua com o lançamento, em 2015, do EP “Compromisso” onde reúne os seus primeiros temas originais, com participações de artistas nacionais e produtores europeus de renome.

Regressa agora com a sua nova banda – Yard Movement Band – composta por 11 elementos (bateria, baixo, guitarra, dois teclados, trio de sopros, percussão e backing vocals) q ue tem levado o público numa fascinante e imperdível viagem musical.

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